terça-feira, 29 de novembro de 2011

Deixa.

Deixa assim: O amor por si nascer. Deixa entrar, deixa
fluir, deixa só ser por ser. É de amor bom que eu falo, sem medo de
ser feliz.
Ah! e aquele orgulho velho e desbotado, deixa ele pra lá! Por que
quando ele entra pela porta da frente o amor foge pela dos fundos.

Meu clichê sobre Janela

Deixo a janela sempre aberta.
Já entrou inverno e já entrou verão.
Já entrou ventania que derrubou retratos,
desarrumou tudo por dentro e fez brotar
lembranças boas,sempre boas.
E a janela continua aberta, e vai ficar.
Pelo menos até que apareça um motivo que me faça abdicar
dos ventos, da luz esclarecedora desse nosso dia,
dos amores que ainda virão.
Ou seja, nada e nem ninguém
é razão pra tamanha desistência.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Gente.

Eu quero é gente de mais carne e osso,
de essência transbordando atráves da pele,
gente com menos eu-robô e com mais eu-ser.
Gente de mais amor, gente de mais sorriso.
Gente que mente menos o que sente,
gente que sente mais do que mente.
Afinal, é disso que precisamos:
Gente mais Gente.