Criamos juntos um jeito novo de nos amanhecer,
de forma mais límpida, mais leve.
O amor nunca deixou de sorrir pra nós,
e disso eu sei, que de uma forma ou de outra,
nunca vai deixar.
Nesse momento da caminhada nossos passos se encontram,
as vezes, meio atrapalhados talvez, mas ensinam a nossos
pés a caminharem sempre juntos.
Já as nossas mãos, feitas com um encaixe perfeito
uma da outra, com uma precisão divina, almejam-se
como o dia almeja a luz, a se segurarem
quando o fraquejar vem por mera
força do destino.
E os corações, esses dois tietes do peito,
no silêncio devastador do nosso abraço
podem enfim, curtir o carnaval de nós
juntos e completam-se perfeitos
nessa nossa - só nossa -
festa de amor/amar.
"O agora é tudo aquilo que o futuro deixa escapar pra podermos rir com alegria de tudo que o passado toma pra abraçar."
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Deixa.
Deixa assim: O amor por si nascer. Deixa entrar, deixa
fluir, deixa só ser por ser. É de amor bom que eu falo, sem medo de
ser feliz.
Ah! e aquele orgulho velho e desbotado, deixa ele pra lá! Por que
quando ele entra pela porta da frente o amor foge pela dos fundos.
fluir, deixa só ser por ser. É de amor bom que eu falo, sem medo de
ser feliz.
Ah! e aquele orgulho velho e desbotado, deixa ele pra lá! Por que
quando ele entra pela porta da frente o amor foge pela dos fundos.
Meu clichê sobre Janela
Deixo a janela sempre aberta.
Já entrou inverno e já entrou verão.
Já entrou ventania que derrubou retratos,
desarrumou tudo por dentro e fez brotar
lembranças boas,sempre boas.
E a janela continua aberta, e vai ficar.
Pelo menos até que apareça um motivo que me faça abdicar
dos ventos, da luz esclarecedora desse nosso dia,
dos amores que ainda virão.
Ou seja, nada e nem ninguém
é razão pra tamanha desistência.
Já entrou inverno e já entrou verão.
Já entrou ventania que derrubou retratos,
desarrumou tudo por dentro e fez brotar
lembranças boas,sempre boas.
E a janela continua aberta, e vai ficar.
Pelo menos até que apareça um motivo que me faça abdicar
dos ventos, da luz esclarecedora desse nosso dia,
dos amores que ainda virão.
Ou seja, nada e nem ninguém
é razão pra tamanha desistência.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Gente.
Eu quero é gente de mais carne e osso,
de essência transbordando atráves da pele,
gente com menos eu-robô e com mais eu-ser.
Gente de mais amor, gente de mais sorriso.
Gente que mente menos o que sente,
gente que sente mais do que mente.
Afinal, é disso que precisamos:
Gente mais Gente.
de essência transbordando atráves da pele,
gente com menos eu-robô e com mais eu-ser.
Gente de mais amor, gente de mais sorriso.
Gente que mente menos o que sente,
gente que sente mais do que mente.
Afinal, é disso que precisamos:
Gente mais Gente.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
O passo.
Apresso o passo.
Qual o preço?
Qual o prazo?
Quem sabe no abraço da prece
Talvez em um canto qualquer.
O certo é que todos merecem.
Mas na verdade, o que é?
E quem souber que seja audaz
Pra nos contar o seu segredo
Pra que todos não tenham medo
Quando ouvir falar da Paz.
Qual o preço?
Qual o prazo?
Quem sabe no abraço da prece
Talvez em um canto qualquer.
O certo é que todos merecem.
Mas na verdade, o que é?
E quem souber que seja audaz
Pra nos contar o seu segredo
Pra que todos não tenham medo
Quando ouvir falar da Paz.
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